quinta-feira, 1 de julho de 2010
PSOL oficializa candidatura de Plínio Arruda Sampaio
PSOL lança Márcio Pinto a deputado estadual
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Fernando Carneiro é lançado candidato ao Governo do Estado pelo PSOL
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Alunos fecham de novo a BR-316 em protesto contra sistema de bilhetagem
domingo, 13 de junho de 2010
Biografia: Fabricio Gomes
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Presidente do PSOL/RN recebe ameaça de morte
terça-feira, 1 de junho de 2010
Luciana Genro denuncia violência policial no Pará
sexta-feira, 28 de maio de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
Pré-Candidatura
DCE: Reitoria tenta criminalizar Vadião
sábado, 22 de maio de 2010
Solidariedade ao Fabrício Gomes – Por Otávio Luiz Machado*
*Otávio Luiz Machado
Pesquisador do NEEPD da UFPE
Universidade Federal de Pernambuco, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Ciência Política, Núcleo de Estudos Eleitorais, Partidários e da Democracia (NEEPD)
Av. Acadêmico Hélio Ramos, s/n, 14º andar
Cidade Universitária
56.370-000 - Recife, PE - Brasil
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55 (81) 2126-7351 (UFPE)
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e-mails:
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neepd@ufpe.br
segunda-feira, 17 de maio de 2010
NOTA DE SOLIDARIEDADE-CAL
O Centro Acadêmico de Letras da UFPA (CAL) traz sua solidariedade a Fabrício Gomes. Estamos certos de que sua luta junto aos estudantes da UFPA foi imprescindível e que, portanto, qualquer processo na justiça servirá apenas para referendar o pensamento de que o único lugar reservado aos estudantes é a sala de aula.
- CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS E SEUS LÍDERES!
Centro Acadêmico de Letras da UFPA - Belém
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Nota de Solidariedade do SEPE-Niterói / RJ
Moção de apoio aos estudantes paraenses - Por Luciana Genro*
Neste contexto, não só dou apoio a todos(as) estudantes que participaram da vitoriosa manifestação na UFPA – Universidade Federal do Pará em 2007, como faço um chamado a toda sociedade que defende uma educação pública, gratuita e de qualidade a se manifestar contra a tentativa de criminalização desses estudantes, como acontece agora com o Bacharel em Direito Fabrício Gomes, que está sendo processado na Justiça Federal, e que na época era coordenador do DCE – Diretório Central dos Estudantes. Sabemos que se trata de perseguição política aos que lutam por seus direitos, pois no Brasil os lutadores do povo sempre foram tratados com repressão e os movimentos sociais como caso de polícia.
É importante salientar que o processo contra líderes estudantis transforma um problema coletivo em questão individual e, ainda, isola o ato de seu contexto político. É sem dúvida um dos instrumentos usados para coagir a participação política e a participação democrática das decisões que afetam a comunidade acadêmica.
*Luciana Genro é Advogada e Ex-Deputada Federal pelo Estado do Rio Grande do Sul
terça-feira, 11 de maio de 2010
NOTA DE SOLIDARIEDADE - Associação dos Concursados
Por isso, a Associação dos Concursados do Pará, entidade atuante no movimento social, solidariza-se com o companheiro, assim como com todos aqueles que, infelizmente, tem sofrido com a acentuação do processo de criminalização dos movimentos sociais.
Belém (PA), 11 de maio de 2010.
Associação dos Concursados do Estado do Pará
José Emilio Hermes de Almeida
Presidente
Thiago de Castro Barbosa
Vice-presidente
NOTA DE SOLIDARIEDADE - POR WALMIR FREIRE*
Toda nossa solidariedade ao camarada.
Infelizmente, a justiça burguesa, juntamente com os governos neoliberais, vem sistematicamente tentando criminalizar os movimentos sociais e os lutadores do povo.
Sabemos da luta do companheiro pela Universidade Pública de Qualidade Social e Para Todos, mas, lamentavelmente, o governo Lula prefere injetar recursos públicos nas universidades particulares por meio do PROUNI, em vez de aumentar os recursos para as universidades públicas e ampliar as suas vagas.
Também fui vítima desta política de perseguição aos movimentos e suas lideranças. Nos governos tucanos do Almir e Jatene respondi dois processos por estarmos em lutas, dentre elas a dos trabalhadores em educação na época, todavia, os processos foram arquivados por falta de provas.
Recentemente, no segundo ano do governo Ana Júlia, após uma passeata e ato público pacífico em frente ao palácio dos despachos, sede do governo estadual, eu, o companheiro Pedrinho e mais três camaradas fomos alvejados pela tropa da PM, a mando do governo truculento de Ana Júlia, com gás lacrimogêneo, spray de pimenta e nos atingiram também com balas de borrachas. Apesar de registramos a ocorrência na corregedoria da PM, o resultado foi a absolvição dos PM’s e a abertura de um processo, onde nos acusavam de incitação e depredação do patrimônio publico.
Mas a luta nunca será em vão, ele não nos calarão.
Saudações socialistas,
*Walmir Freire é Membro da Direção Estadual do PSOL/PA
NOTA DE SOLIDARIEDADE - POR EDMILSON RODRIGUES*
As universidades estão sem laboratórios e bibliotecas (muitas vezes, sem professores); as escolas públicas do ensino básico tornaram-se símbolo do abandono e da violência contra alunos e educadores; o Sistema Único de Saúde é cada vez mais dividido entre os 30 milhões que podem pagar planos de saúde e os 170 milhões de brasileiros (os mais mal alimentados e fragilizados pela pobreza) sem direito a adoecer, porque isso significará a dor da doença e a dor por ser transformado em espécie de gado nos abatedouros em que foram transformados nossas unidades de saúde, nossos hospitais.
Este é o Brasil em que índios, quilombolas, trabalhadores rurais perdem suas terras, são assassinados, enquanto vêem algumas de suas lideranças cooptadas em troca de comissionamentos ou verbas para projetos "culturais".
Este é o Brasil que e começa a querer entender o porque de haver tantos banqueiros, latifundiários agronegociantes, agiotas das bolsas de valores festejando, enquanto a prostituição infantil aumenta, como aumenta o número de crianças e jovens cooptados pelo narcotráfico - candidatos ao extermínio de classe e étnico.
Este é o Brasil em que o Fernando Henrique que vendeu grande parte dos recursos nacionais continue a ganhar milhões como consultor e conferencista das corporações beneficiadas com a privataria.
Este é o Brasil em que o Lula aprofunda a privatização do território, do petróleo, da água, da previdência, das universidades, mas faz crer que está desenvolvendo o Brasil.
Este é o Brasil da corrupção eleitoral, de um Supremo Tribunal Federal que serve para proteger o direito à propriedade dos muito ricos como Daniel Dantas enquanto nega o direito à propriedade de um teto para o trabalhador e sua família, o direito à propriedade da inalienável humanidade; que serve para inocentar e proteger os carrascos da ditadura, enquanto incrimina lideranças sem terra, indígenas que lutam pelo direito à dignidade em solo pátrio.
Este é o Brasil em que Antônio Carlos Magalhães morreu herói sendo bandido, em que o Jader torna-se imperador da comunicação na Amazônia como prêmio à montanha de processos que responde por corrupção; em que o Almir Gabriel é homem de bem mesmo tendo determinado o massacre de Eldorado dos Carajás; em que os grileiros e desmatadores criminosos da floresta ganham de presente títulos de propriedade das terras públicas, em que empreiteiros corruptos ganham leilões viciados para construírem grandes obras superfaturadas como a de Belo Monte.
Este é o Brasil que tenta criminalizar os movimentos sociais e o movimento estudantil, em particular, processando como se criminosas fossem suas lideranças.
É contra esse Brasil dos poucos ricos e dos milhões de pobres vítimas da violência estrutural que estudantes conscientes têm lutado.
É por um Brasil para os brasileiros, um país de cidadãos com direito a todos os direitos, entre os quais o direito à universidade pública e gratuita para todos, que o Fabrício Gomes e dezenas de outros estudantes lutam.
Foi por um Brasil justo, democrático e feliz, um país socialista, que a Universidade Federal do Pará foi ocupada.
Portanto, que a justiça use o seu precioso tempo para agilizar os processos contra os bandidos da nação.
Toda solidariedade ao Fabrício Gomes. Toda solidariedade aos lutadores do povo!
*Edmilson Brito Rodrigues é Deputado Estadual e Ex-Prefeito da Cidade Belém
NOTA DO SINTEPP
O ex-Coordenador Geral do Diretório Central de Estudantes (DCE) da UFPa., Fabrício Gomes, está sendo processado na Justiça Federal por crimes de resistência (art. 329), constrangimento ilegal (art. 146) e crime contra liberdade pessoal (art.329), em razão da ocupação da Reitoria da UFPa. em 2007, quando centenas de estudantes, por quase uma semana, ocuparam o referido prédio na luta por melhores condições de ensino. Como resultado direto desta luta a categoria conquistou, entre outras coisas, a construção de mais um Restaurante Universitário, uma das demandas mais importantes do movimento à época.
A educação superior em nosso país, a exemplo da educação básica (que conhecemos bem), vive um processo de sucateamento. Basta verificarmos que as vagas ofertadas nas Universidades Federais caíram de 30,2% em 2002 para apenas 25,1% em 2008. Enquanto isso a participação das Universidades Privadas, no mesmo período, aumentou de 69,8% para 74.9%. Na verdade estamos assistindo ao desmonte do ensino público em nosso país.
O processo contra Fabrício está correndo na Justiça (nº 5046-27.2009.4.01.3900- 3ª Vara Federal) e ele deve depor na Polícia Federal no dia 12 de maio (quarta-feira).
O SINTEPP repudia essa prática, comum hoje em dia, de criminalizar quem luta pelos interesses populares. Vemos isso na luta do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), na luta sindical, inclusive na nossa própria luta (muitos de nossos dirigentes respondem a processos semelhantes) e agora na luta estudantil.
Enquanto isso a impunidade campeia solta nos crimes de “colarinho branco”. O exemplo mais atual é do ex-governador do Distrito Federal José Arruda, pego, junto com sua quadrilha, na mais deslavada corrupção, mas que está em liberdade. E é claro não podemos esquecer o massacre de Eldorado dos Carajás, onde 19 trabalhadores foram executados e nenhum mandante ou assassino está preso, mesmo depois de 14 anos.
- Contra a criminalização dos Movimentos Sociais
- Todo apoio à luta dos trabalhadores e estudantes
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
DCE terá laboratório de informática
A Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) da Universidade Federal do Pará se prepara para instalar um novo laboratório de informática para servir os seus estudantes. O laboratório será sediado no Complexo Vadião, em salas disponibilizadas pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE). Ao todo, 40 computadores deverão compor o espaço que será organizado em formato de infocentro. A instalação está prevista para ocorrer até março de 2010, já para recepcionar os calouros ingressantes do novo ano letivo.
A ideia é ofertar aos estudantes universitários mais uma alternativa para a utilização de recursos de informática e incorporar as vantagens ofertadas pelas novas tecnologias em sua formação humana e profissional. É o que explica o pró-reitor de Extensão, Fernando Arthur Neves, “temos que dispor de todas as potencialidades da internet para promover a inclusão digital e democratizar o acesso e a disponibilização de informações na rede”.
De acordo com o pró-reitor, em uma universidade com cerca de 30 mil alunos matriculados e que dispõe apenas de recursos públicos, a meta de um computador por aluno está longe de ser alcançada, mas a Instituição tem se esforçado para oferecer as melhores condições possíveis de informatização aos seus alunos. A gestão do laboratório ficará a cargo do DCE, mas o acesso será livre a todos os estudantes da UFPA.
A PROEX planeja, ainda, utilizar o espaço para a promoção de oficinas de informática, recursos pedagógicos e performances artísticas realizadas a partir de mídias digitais. Para receber o laboratório, as demais dependências do DCE também deverão ser equipadas com computador administrativo, mobiliário e reforma física.
MAIS INCLUSÃO
Com verbas da Diretoria de Assistência e Integração Estudantil, a PROEX também realizou a doação de equipamentos de informática para atender às demandas dos usuários da Biblioteca Central da UFPA. A unidade recebeu, no final de 2009, 40 computadores, seis impressoras fiscais, uma impressora a laser e três monitores de LCD para usufruto de alunos portadores de deficiência visual. “Cada vez mais, estamos procurando prover a necessidade de equipamentos das nossas unidades”, diz Fernando Arthur.
Fonte: Diário do Pará 22/01/2010
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Diretor do CAL é agredido por Rubens Camelô
sábado, 26 de dezembro de 2009
Rodoviários da linha 40h sofrem por conta do abandono e da insegurança
Não é a primeira vez que os motoristas da linha 40h sofrem com assaltos e ameaças. Um motorista da linha 40h São Brás, o qual preferiu não se identificar, diz que já foi assaltado duas vezes e, infelizmente, nada tem sido feito pelo Poder Público a fim de resolver o problema da insegurança no local.
Para além disso, os trabalhadores denunciam que não possuem um final de linha decente, pois o local onde terminam suas viagens é uma Guarita localizada em um local totalmente esmo e escuro.
Por último, os Rodoviários fazem um apelo a imprensa que visitem o local, preferencialmente, no início da noite, para que possam dar visibilidade a situação.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Onde estão os (as) alunos (as) notáveis da direita?
E-MAIL DA PROFESSORA RAQUEL / UFS
On Tue, 22 Dec 2009 08:09:22 -0300 (BRT), "Raquel Meister Ko. Freitag" http://mail.google.com/mail/h/cmrua3sykmmw/?v=b&cs=wh&to=rkofreitag@uol.com.br> wrote:
Esta não é a maneira mais simpática e agradável para nos conhecermos. Encontrei na internet http://www.webartigos.com/articles/16252/1/a-narrativa-na%20socioligustica/pagina1.html#postedcomment um plágio da trabalhos meus, que podem ser conferidos em tede.ufsc.br/teses/PLLG0375.pdf ; www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/cd/Port/17.pdf ; http://www.cchla.ufrn.br/odisseia/numero3/arquivos/Raquel_Meister_O_CONTROLEDO_GÃNERO_TEXTUAL_SEQUENCIAS_DISCURSIVAS_NA_MOTIV%20CAO_DA_VARIACAO_SOCIOLINGUISTICA.pdf
O aluno identifica-o como docente da disciplina Sociolinguística da UFPA e se identifica como RUBE NS SILVA - MAT.:06126005101 O plágio é crime e mais: é doloroso para quem é plagiado. É um roubo daquilo que é mais sagrado: o saber de um indivíduo. Roubar ideias machuca mais que uma facada nas costas. Não é a primeira vez que sofro de plágio. Já conheço o caminho jurídico e tenho respaldo institucional para minhas ações. Entretanto, como se trata de um aluno, e certamente você também foi vítima,solicito que o texto seja retirado e que o aluno faça uma retratação formal, tanto a mim como a você. Enfim, como eu disse, esta não é a melhor e mais simpática maneira de nos conhecermos. Espero que entenda as motivações que me levaram a lhe procurar.
Profª. Drª. Raquel Meister Ko. Freitag Núcleo de Letras – Universidade Federal de Sergipe/Campus Prof. Alberto Carval ho Grupo de Estudos em Linguagem, Interação e Sociedade – GELINS http://lattes.cnpq.br/2582841591375626
RESPOSTA DO PROFESSOR CASSIQUE / UFPA
------ Original Message --------Subject: Re: Plágio de meu artigo por aluno de sua disciplina, publicadona internet Date: Tue, 22 Dec 2009 13:16:14 -0300 (BRT) From: ORLANDO CASSIQUE SOBRINHO ALVES <http://mail.google.com/mail/h/cmrua3sykmmw/?v=b&cs=wh&to=cassique@ufpa.br> To: "Raquel Meister Ko. Freitag" <http://mail.google.com/mail/h/cmrua3sykmmw/?v=b&cs=wh&to=rkofreitag@uol.com.br>
Profª. Raquel,
Acabo de receber o e-mail que a senhora me enviou. Vou informar o aluno sobre o assunto assim que o localize.Ele cursou Sociolinguistica no 1º semestre. Tomarei o cuidado de mantê-la informada sobre as providências.
Cassique
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Sugestão Natalina
Desejo a todos (as) os (as) visitadores (as) deste Blog um Feliz Natal, repleto de Paz, de Amor e de Alegria. E deixo uma sugestão natalina: não lembre do nascimento do filho de Deus apenas uma vez por ano, mas, sim, que Jesus nasce e renasce em nossas vidas todos os dias.
Atenciosamente,
Fabricio Gomes
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Ex-Diretores do DCE/UFPA são Criminalizados Pela Justiça Federal / PA
Companheiros (as),
Dois anos depois da ocupação da reitoria da UFPA, estamos com dois companheiros do PSOL, Fabrício Gomes (Bacharel em Direito) e Benedito Tavares (Concluinte do Curso de Ciências Sociais) - que na época eram da direção do DCE/UFPA - respondendo a um Processo Penal na Justiça Federal. O processo que estava há dois anos parado, voltou a correr célere.
Os companheiros foram intimados pelo Juiz Federal Titular da 3ª Vara Penal, Rubens Rollo D'Oliveira, a apresentarem documentos e justificações que se contraponham à denúncia apresentada por conta do processo de ocupação.
Não podemos aceitar essa criminalização dos Movimentos Sociais e esse ataque a lideranças do Movimento Estudantil, que estão sendo processadas porque estavam lutando em Defesa da Educação Pública e de Qualidade Social.
O processo volta à tona, justamente quando o companheiro Benedito Tavares está concluindo seu curso e o companheiro Fabricio Gomes recém formado, talvez, uma tentativa de fazer o primeiro perder sua vaga e o segundo de ter sua carreira jurídica prejudicada, em decorrência de seus antecedentes criminais.
Vale lembrar que, graças à ocupação da reitoria, os estudantes da UFPA conseguiram diversas vitórias, entre elas, a construção de um Restaurante Universitário, inaugurado recentemente. A ocupação que durou seis dias, aconteceu em meio a um período de luta dos estudantes, em âmbito nacional, contra a proposta de Reforma Universitária do Governo Federal.
Por isso, é importante mobilizarmos entidades, mandatos e a militância em apoio e solidariedade aos companheiros. Temos que denunciar o fato e dar visibilidade, para que os companheiros não sejam condenados. Os contatos (91) 81809667 ou (91) 88970239. Ou e-mail´s: fabriciopsol@gmail.com e michelcst@gmail. com.
Segue e-mail da 3ª Vara Federal para envio de Notas de Apoio e Solidariedade aos Companheiros e repúdio à Criminalização dos Movimentos Sociais: 03vara@pa.trf1.gov.br.
Abraços,
--
Antonio Jacinto Indio
(61) 8150-9620
(61) 3041-5877
Acesse:
www.psol.org. br
sábado, 17 de janeiro de 2009
sábado, 3 de janeiro de 2009
Contratação Temporária: Exceção ou Regra?
Apadrinhamento político, contratação de quadro temporário para o Serviço Público, sob a justificava de necessidade temporária de excepcional interesse público, infelizmente, tem sido a marca de sucessivos Governos em nosso Estado, da qual também não se exclui o atual.
O legislador constituinte de 1988 fez constar na Constituição Cidadã que “a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza ou a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração” (art. 37, inciso II), acrescentando ainda “a lei estabelecerá os casos de contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público.” (art. 37, inciso IX).
O Concurso Público, portanto, é obrigatório na Administração direta e indireta das três esferas do Governo: federal, estadual e municipal, além de no âmbito dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, havendo, tão somente, duas exceções a ele: a primeira que exige a expressa determinação legal de quais os cargos de confiança que poderão ser providos por pessoas estranhas ao funcionalismo público e sem a necessidade de concurso público e a outra que permite a contratação temporária sem concurso público de pessoal para enfrentar situações extraordinárias, que não podem ser encaradas com o contingente normal de servidores sob pena de prejuízo para a prestação continuada dos serviços públicos, e em caráter temporário a ser estabelecido em lei.
Contudo, o que deveria ser apenas exceção hoje tem sido regra, porque os administradores incham os quadros do serviço público por meio de contratações de temporários, sem concurso público, e de acordo com suas conveniências e com suas preferências partidárias.
Recentemente, a Secretaria de Estado de Educação realizou Concurso Público para provimento de Cargos de Nível Superior, Médio e Fundamental, entretanto, apenas para citar um exemplo, da publicação final do resultado para o Concurso C – 130 (nível médio e fundamental), até o dia 12/12/2008, foram mais de 4257 contratos temporários para vários cargos, cujos resultados finais já haviam sido publicados. Uma flagrante preterição àqueles que, aprovados em concurso público, estão aptos a ocupar os mesmos cargos ou funções.
Por último, vale lembrar que, segundo julgado da Primeira Turma do STF, datado de 16/09/2008, a aprovação em Concurso Público dentro do número de vagas gera direito à nomeação, e não apenas mera expectativa de direito. Portanto, esperamos que a Governadora do Estado do Pará, em 2009, no mínimo, siga o que determina a Lei e nomeie todos os concursados.
segunda-feira, 14 de abril de 2008
DCE realiza evento em homenagem ao Dia Mundial da Saúde
Em celebração ao dia Mundial da Saúde (07 de Abril), o Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal do Pará (DCE/UFPA) realiza, na próxima segunda-feira, 14, às 8h30, no Auditório Setorial Básico II, o debate "
O evento contará com a presença da ex-senadora Heloisa Helena, formada em Enfermagem e professora do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Federal de Alagoas, na cadeira de Epidemiologia.
Segundo Danilo Rezegue, Diretor do DCE e estudante do Curso de Medicina, Saúde pública é mais do que o somatório da saúde das pessoas. É instrumento para o desenvolvimento social e econômico e está intimamente relacionada com a paz, educação, habitação e eqüidade.
Também será convidado para compor a mesa de debate um Representante da SESPA – Secretaria de Estado de Saúde do Pará. O evento é uma realização do DCE e dos Centros Acadêmicos da área da Saúde na UFPA.
Fonte: http://www.ufpa.br/portalufpa/imprensa/noticia.php?cod=1934
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
DCE prepara recepção para calouros da UFPA
Na semana, haverá seis mesas, onde se debaterá os mais variados assuntos, como a Indissociabilidade do tripé Ensino-Pesquisa-Extensão e a Democratização dos Meios de Comunicação. 'Procuramos fugir do esquema fechado de se debater somente na Recepção dos Calouros Conjuntura Política do País, Educação e Movimento Estudantil; ousamos, fomos além e propusemos também outros assuntos que consideramos de fundamental importância para a formação do indivíduo', afirma Fabrício.
Estarão presentes na Semana do Calouro, a Profª.Drª. Ney Cristina, Pró-Reitora de Extensão; o Prof. Dr. Aloísio Leal, Curso de Economia; o Prof. Dr. Licurgo Brito, Pró-Reitor de Ensino da Graduação; a Profª. Drª. Ana Maria, Associação dos Docentes da UFPA; a Profª. Ms. Rosaly Brito, Curso de Comunicação Social e a Vereadora Marinor Brito, PSOL.
Serviço - As inscrições para a Semana do Calouro poderão ser feitas durante as orientações acadêmicas dos cursos, na aula inaugural e nos Centros Acadêmicos. Mais informações pelo site www3.ufpa.br/dce ou pelo telefone: 8137-7830 / 8196-4221.
Redação Online 14/02/2008 - 18h30m
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Congresso do ANDES-SN aprova construção da greve nas IFES
Após uma semana de debates, docentes universitários de todo o país aprovaram a construção de uma greve da categoria nas Instituições Federais de Ensino Superior. A decisão foi uma das deliberações tomadas durante o 27º Congresso do ANDES-SN, que aconteceu de 14 a 20 de janeiro, em Goiânia.
Com o tema “Avançar na luta em defesa da Universidade pública e dos direitos dos docentes”, o Congresso reuniu 254 delegados, 20 observadores, 66 seções sindicais e 10 convidados. A ADUFPA enviou como delegados ao evento, os professores Ana Maria Martins, Conceição Cabral, Conceição Rebelo, Edna Lima, Isabel Duarte, Rosimê Meguins, Sandra Moreira, Vera Jacob e Wanderley Padilha, eleitos em assembléia geral no dia 12 de dezembro.
A deliberação pela construção da greve foi a alternativa encontrada pela categoria frente à intransigência do governo Lula que, na Campanha Salarial de 2007, rompeu as negociações de forma unilateral, e impôs uma proposta salarial rejeitada pelos docentes nas assembléias de base. A proposição do governo não foi aceita pelos professores, pois, além de não contemplar os índices devidos (mais de 90% de perdas de 1999 a 2007), previa aumentos abaixo da inflação de 2007 para uma parcela significativa dos professores do nível superior, e excluía os docentes da carreira de 1º e 2º graus.
Mesmo assim, o governo desconsiderou a posição defendida pelo ANDES-SN e negociou, em paralelo, com um conjunto de professores aliados, aglomerados num fórum de docentes, denominado Proifes, e com a Central Única dos Trabalhadores (CUT), entidade a qual o ANDES-SN se desfiliou em 2006 e que, portanto, não tem legitimidade para assinar acordos em nome da categoria docente. “Para surpresa e decepção da CUT e do Proifes, após ser derrotado no Senado com o fim da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), o governo Lula anunciou que pretende cortar gastos com o funcionalismo público para compensar a perda de R$ 40 bilhões, cancelando todos os ‘acordos’ salariais e a previsão de concursos”, explica a diretora-geral da ADUFPA, Vera Jacob.
Durante o Congresso do ANDES-SN, Vera Jacob criticou a medida. “O governo deveria cortar os recursos destinados ao pagamento dos juros da dívida, ao invés de novamente atacar nossa categoria, que há treze anos não tem reposição salarial enquanto a inflação vem corroendo nossos salários. No período de 1995 a 2006, tive uma perda salarial de cerca de R$233 mil reais. Precisamos reagir urgente e a única forma de conseguirmos romper com essa política de arrocho salarial é organizando uma greve forte em âmbito nacional”, defendeu a diretora-geral da ADUFPA, na plenária de conjuntura do Congresso.
A possibilidade de greve nas IFES será amadurecida e apreciada pelos docentes no interior das Universidades. Para isso, o ANDES-SN convocou uma reunião do setor das IFES para o próximo dia 15 de fevereiro, em Brasília, para deliberar sobre as próximas estratégias do movimento, com vistas a construção da greve.
Fonte:http://www.adufpa.org.br/detalha_noticia.php?id=274
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
Boas Festas!
São os mais sinceros votos de seu amigo,
Fabricio Gomes
sábado, 15 de dezembro de 2007
Liminar judicial anula adesão da UFPA ao REUNI
Em sua decisão, o juiz determinou a sustação do ato de Alex Fiúza e estabeleceu uma multa diária de R$ 10 mil ao reitor, caso ele não cumpra a ordem judicial.
A liminar tornou sem efeito todas as medidas tomadas pela reitoria da UFPA referentes ao REUNI. Com isso, a aprovação do Plano de “expansão” da UFPA pelo Ministério da Educação (MEC) é tornada nula, pois o Decreto que cria o REUNI estabelece que, antes de serem enviados ao MEC, os projetos de expansão das Universidades federais devem ser aprovados pelo colegiado superior da instituição.
A decisão do juiz Kepler Ribeiro atende a um mandado de segurança da ADUFPA, solicitando a anulação do ato do reitor que aprovou o REUNI. A aprovação autoritária foi feita, em meio a tumulto e protestos estudantis, durante a sessão do Conselho Superior Universitário (CONSUN) do dia 19 de outubro.
Os protestos interromperam o andamento da sessão e vários conselheiros, inclusive os representantes da ADUFPA, foram impedidos de se manifestar. Até um pedido de vistas, formulado pela diretoria da entidade, foi indeferido pelo reitor Alex Fiúza, em um claro desrespeito ao Estatuto e Regimento da UFPA, que garantem esse direito a todos os conselheiros superiores.
Apesar disso e ignorando as manifestações dos conselheiros que reivindicavam amplos debates sobre o Programa, o reitor Alex Fiúza pôs em votação, em meio à confusão, a adesão da UFPA ao Reuni. Várias pessoas levantaram o braço concordando com a votação, sendo que algumas nem eram conselheiras e não tinham vínculos com a UFPA.
Os votos sequer foram contabilizados e, em pleno tumulto, o reitor declarou aprovada a adesão da UFPA ao Reuni. Os conselheiros que iriam se abster da votação ou se posicionar de forma contrária à decisão sequer tiveram oportunidade de manifestar seu voto, numa clara intenção do reitor de aprovar o REUNI às pressas.
Com a decisão, o juiz entendeu que a aprovação do REUNI foi marcada por irregularidades. Para a diretoria da ADUFPA, a determinação judicial fortalece a luta em defesa da Universidade pública e reforça a postura da entidade, que desde abril deste ano, reivindica que o Plano seja debatido democraticamente em todas as unidades acadêmicas da UFPA. “Além de não proporcionar uma ampla discussão, a proposta que o reitor tentou aprovar no CONSUN era desconhecida pela comunidade universitária, pois chegou a sofrer modificações minutos antes de ser submetida ao Conselho”, afirma a diretora-geral da ADUFPA, Vera Jacob.
Fonte: ADUFPA 11/12/2007
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Rock In Rio Guamá encerra inscrições
MÚSICA Universitários de qualquer instituição podem participar do festival de rock, que inscreve até amanhã
Amanhã é a data limite para as inscrições das bandas que participarão do Rock In Rio Guamá, evento promovido pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) da UFPA e que acontecerá nos dias 13 e 14 de dezembro. Várias bandas universitárias são aguardadas no festival que promete revelar talentos e mostrar as produções musicais de membros das comunidades universitárias do Estado.
As inscrições para o Rock In Rio Guamá são gratuitas e podem ser feitas nos centros acadêmicos dos cursos de Letras (CAL) e Pedagogia (Cape) da UFPA. O único pré-requisito para a inscrição da banda é que pelo menos um dos membros tenha algum vínculo universitário comprovado com alguma instituição de ensino superior do Pará.
O objetivo do evento é estimular a produção musical no interior da Universidade e valorizar os artistas regionais, reconhecendo os talentos e a forte presença do rock no cenário musical paraense. Também será uma forma de confraternizar os estudantes da UFPA e comemorar mais um final de semestre, ainda nos festejos dos 50 anos da universidade.
domingo, 18 de novembro de 2007
UFPA MUDA REGRAS DE CURSO
Filipe Faraonda Redação
O calouro 2008 da Universidade Federal do Pará (UFPA) terá novidades ao fazer a sua primeira matrícula. No próximo semestre entram em vigor os novos planos para a regulamentação de ensino e graduação, que serão definidos no próximo dia 19, em reunião do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe), da universidade. Caso sejam aprovados como está a proposta, o estudante poderá escolher as disciplinas que vai cursar durante o semestre; um ano conterá quatro período letivos, em vez de dois; e cada curso poderá escolher se disponibiliza as disciplinas de forma simultânea, como é atualmente, ou uma de cada vez.
As mudanças propostas pelo Regulamento da Graduação fexibilizam o fucionamento dos cursos. Em vez de todos se desenvolverem da mesma forma, são dadas opções para que cada colegiado de curso escolha a melhor maneira de ofertar suas disciplinas, se a antiga (em blocos) ou a nova (por atividade curricular). E até o aluno tem poder de escolher em que ordem vai estudar as matérias que constam no currículo de seu curso, desde que não atropele aquelas que precisam de pré-requisitos.
Essa possibilidade foi aberta para beneficiar alunos que reprovavam em matérias, mas só podiam voltar a tê-las um ano depois, com a turma anterior à sua. E muitas vezes havia o risco de que a disciplina fosse oferecida no mesmo horário que outra, obrigando-o a optar e, assim, atrasando sua formatura. Mas o Pró-reitor de Ensino e Pesquisa, Licurgo Brito, um dos autores da proposta inicial de Regulamento da Graduação, explica que a mudança vai favorecer também a coordenação do curso, pois, será uma maneira de driblar a falta de professores. 'Em vez de ter uma programação engessada, o curso vai oferecer apenas aquelas disciplinas que tiver professor disponível', esclarece.
O modelo atual graduação é qualificado por Licurgo como uma 'camisa de força', pois não permite que se ofereça matérias de acordo com a disponibilidade de docentes. O aluno vai poder cursar até oito disciplinas por semestre, mas, ao contrário do que pode parecer, não é possível se formar antes do prazo.
Outra mudança substancial será a duplicação do número de períodos letivos. As semanas que hoje são os recessos programados passarão a ser os períodos letivos ímpares (um e três), mais curtos que os períodos pares (dois e quatro). A princípio, as aulas dos estudantes da capital continuarão a ser entre março e final de julho e agosto a dezembro, enquanto que nos campi do interior, os cursos intervalares ocorrerão de janeiro ao início de março, de meados de junho até o início de agosto. Mas o estudante de Belém poderá executar uma atividade de campo ou complementar em um período ímpar, que não poderia ser executada durante as aulas. 'Esse é um dos grandes problemas; há uma carga obrigatória de atividades de pesquisa e extensão impossível de ser desenvolvida junto com as aulas. Outra coisa que acabava atrasando a formação do aluno', explica.
Apenas em exceção as aulas na capital serão dadas durante os períodos ímpares. Mas o novo regimento prevê que um curso seja transferido temporariamente de Belém para um campus do interior do Estado, caso os professores aceitem. A última mudança substancial é que, em vez de oferecer as disciplinas A, B, C e D de forma simultânea, o curso pode fazer com que seja dada primeiro apenas a disciplina A, para então dar a B, depois a C e por fim, a D. 'Vai depender de como o colegiado escolher. O mais importante é que, em vez de todos seguirem as mesmas regras, haverá opções', completa o pró-reitor.
MUDANÇA ERA ESPERADA HÁ MUITO TEMPO
Para a vice-reitora da UFPA e vice-presidente do Consepe Regina Barroso, o Regimento da Graduação é uma necessidade antiga da universidade. Ela cita o fato de que várias outras universidades federais do País já implementaram mudanças semelhantes a essas que estão prestes a entrar em vigor no Pará. Outro problema que há é o descompasso entre o estatuto da UFPA e o regimento; o primeiro foi atualizado no ano passado, enquanto que o segundo, criado em 1993, ainda vigora. 'Há uma rigidez excessiva na programação. Agora teremos mais organização e agilidade, com foco na pesquisa e extensão', comemora.
Opinião semelhante tem Licurgo Brito. Para ele, as mudanças tendem a aumentar a qualidade do ensino na graduação, pois leva em consideração as peculiaridades de cada área do conhecimento. 'O estudante sai ganhando', diz Brito.
ESTUDANTES APROVAM SOMENTE UMA PARTE DA INICIATIVA DO PROEG
Apesar de dar chances para mudanças, a proposta inicial do Regulamento de Graduação, preparada pela Pró-reitoria de Ensino e Graduação (Proeg), também possibilita que o colegiado do curso escolha continuar de forma semelhante ao modelo em prática atualmente. Esta é a maior crítica do Diterório Central dos Estudantes (DCE). Para Fabrício Gomes, um dos coordenadores do DCE, muitos cursos vão optar pela forma tradicional, que prejudicava estudantes principalmente nas Ciências Exatas e Tecnológicas.
Fabrício conta que, pela falta de professores, a forma de disciplinas em blocos não abrangia todas as matérias, fazendo com que o aluno atrasasse sua graduação, mesmo sem nunca ter sido reprovado. 'Isso até motivou manifestações. Com barulho conseguimos um acordo de que o estudante não fosse ter matéria retida até que fosse votado novo regimento da universidade', conta. Isto quer dizer que, ao entrar em vigor o novo regimento, voltará a ser retida as matérias de alunos que estiverem em cursos que optarem pelas disciplinas em blocos. 'De 0 a 10, minha nota para o novo regimento é 5, porque ele traz coisas boas, mas é incompleto', opina.
Fonte: Amazônia Jornal 18/11/2007
domingo, 11 de novembro de 2007
Estudantes tumultuam prova do Enade em Belém
A escola estadual Lauro Sodré foi invadida por um grupo de estudantes em protesto durante a realização da prova do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). Eles defendiam um boicote ao Enade, forçaram o portão de entrada da escola e, dentro das salas onde 400 alunos faziam a prova, distribuíram adesivos com os dizeres "Zero ao Enade".
Na escola Augusto Meira, os manifestantes foram impedidos de entrar pela segurança, mas ficaram na frente do prédio, gritando palavras de ordem e impedindo a entrada dos alunos. O coordenador do Diretório Central de Estudantes da Universidade Federal do Pará, Fabrício Gomes, disse que o boicote ao Enade deu certo.
"Muita gente aderiu ao protesto e não fez a prova. Somos contra o conteúdo da prova e a falta de regionalização, como por exemplo o horário do exame", disse Gomes. A prova começou às 13 horas de Brasília e ao meio-dia de Belém.
O diretor de Estatísticas e Avaliação da Educação Superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do MEC, Dilvo Ristoff, explicou que o exame serve tanto para quem está terminando o curso como para quem está nele ingressando. "Comparamos o que de fato acontece ao estudante durante o curso, se ele aprendeu realmente e se ainda precisa aprender mais. É uma forma de acompanhar esse crescimento", resumiu Ristoff.
Estudantes vão se manifestar a favor de outra forma de avaliação
Movimentos estudantis devem organizar uma manifestação hoje em frente às escolas onde será realizado o Exame Nacional do Desempenho dos Estudantes (Enade). No Pará, 4.106 universitários participarão da avaliação, desses 1.244 são da Universidade Federal do Pará. Entre os cursos participantes está Agronomia, Biomedicina, Educação Física, Medicina, Serviço Social e Zootecnia.
De acordo com Aloízio Marinho Barros Filho, diretor do Departamento de Registro e Controle Acadêmico (Derca) da UFPA, o Enade é voltado para estudantes ingressantes, que tenham cumprido entre 7% e 22% do currículo escolar, e também para os formandos, que tenham alcançado mais de 80% da carga horária. “Na UFPA, 922 alunos de Belém e 322 dos campi do interior foram sorteados para participar”, explica.
Ele ainda informa que o exame é obrigatório para os estudantes. “Quem não faz não vai receber o diploma. Pela lei federal 10.861/2004, o Enade é um componente curricular”, alerta o diretor. “Uma nota ruim não vai influenciar para o aluno que saiu da instituição, mas pode ser decisivo na disputa por uma vaga de trabalho. Na hora de analisar um currículo, pode pesar o fato de ele ter saído de uma universidade que tenha nota baixa”, observa.
Mas, os estudantes da instituição não aprovam o exame. A orientação do Diretório Central dos Estudantes é de deixar a prova em branco e colar um adesivo com a frase “Avaliação pra valer”. “Essa prova não respeita as especificações regionais. Somos a favor de uma avaliação que seja fruto de uma discussão com todos os segmentos da comunidade acadêmica”, comenta Fabrício Gomes, diretor do DCE da UFPA.
Flávia Ribeiro
Fonte: Diário do Pará 11/11/2007


